Quem sou eu

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Santa Catarina, Brazil
Noiva de uma pessoa muito especial, mamãe de duas gatinhas (de 4 patas) Symi e Pinuja e um cachorrinho Oliver e recentemente Mamãe das Gêmeas lindas Alice e Ariele com a qual estou super feliz!!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

TAG: Me conhecendo melhor

Que tal saber mais sobre mim?!

La vai 21 perguntas

1 . Nome completo?
2 . Onde mora?
3 . Estado civil?
4 . Tem filhos?
5 . Comida favorita?
6 . Comida que menos gosta?
7 . Bebida favorita?
8 . O que menos gosta em si mesma?
9 . Como se auto define?
10 . Qual seu sonho?
11 . Qual seu pior defeito?
12 . O que é mais importante na pessoa?
13 . Qual tipo de filme você gosta?
14 . Qual estação você mais gosta?
15 . Quantos irmãos você tem?
16 . O que você queria ser, quando crescesse?
17 . Qual esporte você pratica?
18 . Qual seu time?
19 . Doce ou Salgado?
20 . Qual animal você mais gosta e qual menos gosta?
21 . Que tipo de música você mais gosta e qual menos gosta?

Acompanhem as respostas>


Essas foram as perguntas e essa foi a TAG.
Espero que vocês tenham gostado, e se sim, dêem um like no vídeo por favor!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Dia de passeio #01 (sqn)

Hoje foi dia de passeio (sqn)
Começo de mês, contas a pagar então dia das Gêmeas passear.
Cada vez que saímos é essa a função, arrumar as bolsas, as babys dois bebe conforto e quando paramos o carro é um chororo só..


Ida no parque com a dinda

Inscrevam-se no canal e curtam os videos!!


Primeira vez que as gêmeas vao ao parque, filmei só a chegada, mas achei que haveria assédios (pessoas vindo perguntar se eram gêmeas, isso aquilo.....) mas não, foi bem tranquilo, acabei conversando bastante com a dinda Larissa <3 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

HOJE É DIA DO ROCK BEBE!!!

 HOJE É DIA DO ROCK BEBE!!!

                                             Alice <3
                                                 Filha de peixe, peixinha é!

terça-feira, 12 de julho de 2016

Muito amor

Hoje o dia foi de muita brincadeira conversa e risadinhas, Alice e Ariele cada dia mais parecidas com a mamãe aqui.


domingo, 10 de julho de 2016

Mamãe de primeira viagem



Leiam essa reportagem e em seguida vou contar pra você como foi e esta sendo minha experiencia com esses 15 topcos.


15 erros comuns das mães de primeira viagem


Se cometeu - ou vai cometer - um deles, não se preocupe: você não está sozinha


Tudo que é novo assusta. E, quando o assunto é maternidade, o medo de errar toma proporções ainda maiores, pois envolve a vida de um ser indefeso, o maior motivo de amor dos pais

A grande preocupação é a de que todas as leituras, conversas com o médico e a família não sejam suficientes e que, nos momentos a sós com o bebê, cometa-se algum erro que prejudique a criança.
O mais importante, no entanto, é lembrar de que a maternidade é uma experiência de aprendizado constante.
“Ter filho exige calma para entender cada momento do bebê. Exige ainda que sejamos tranquilos para não criar situações de estresse desnecessárias, sofrimentos que, às vezes, não precisariam existir", pondera Marcelo Pavese Porto, vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul.
De acordo com Porto, não se deve ter medo do recém-nascido. "Ele não fala, mas se comunica muito bem, desde que a gente aprenda a entender essa comunicação. O bebê precisa de apoio, pois é quase indefeso, mas não desmonta com um assopro. Em suma, o que o filho mais precisa é de amor, de carinho e uma boa dose de bom senso dos pais”, diz o especialista.
Conversamos com mulheres e especialistas que listaram os erros que mais assolam as mães inexperientes. Será que você se identifica com algum deles?

1
Duvidar da própria intuição e do instinto materno
“A mãe, por natureza, é superprotetora e envolvida com os cuidados do bebê. Seus sentidos ficam mais apurados; seu sono, mais leve, e seu corpo, mais resistente ao cansaço e as dores. Por isso, mesmo sendo uma mãe de primeira viagem, ela saberá lidar com as mais diversas situações para cuidar do bebê. Muitas vezes a criança não consegue expressar suas necessidades e a intuição materna é vital para sua sobrevivência. Confie nos seus instintos. Seu filho também estará confiando”, frisa Antonio Paulo Stockler, ginecologista e obstetra do Hospital Universitário Antônio Pedro e especialista pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
2

Excluir o pai da rotina do bebê
“O papel do pai é fundamental desde o início da gravidez. O bebê já aprende a identificar a voz dele ainda na barriga da mãe. É lógico que o papel da mãe no início é mais preponderante, mas o pai precisa estar envolvido, participar de todas as tarefas, trocar fraldas, consolar, fazer carinho, amar. Um filho é uma construção familiar - e não parte somente de um”, aconselha Marcelo Pavese Porto.
3

Não se cuidar e colocar o bebê como única prioridade
“A maternidade é uma experiência avassaladora que, muitas vezes, domina completamente o cotidiano feminino com todas as atribuições e necessidades vitais e afetivas do bebê. Um ponto fundamental é que o bebê precisa de uma mãe saudável, bem disposta e atenta para que possa se desenvolver plenamente. Por isso, descuidar de si mesma é descuidar da saúde da criança. É importante a mamãe realizar exercícios físicos que ajudarão no retorno ao peso de antes da gravidez, vão estimular a liberação de endorfinas (diminuindo a sensação de cansaço e elevando a autoestima) e facilitarão a produção de leite. A nova mamãe deve também manter alimentação balanceada, de forma que possa suprir todas as necessidades de seu filho através do aleitamento”, alerta Antonio Paulo Stockler.
4

Isolar-se em casa nos primeiros meses do bebê
“Quando minha primeira filha nasceu, tive muito medo de sair com ela, mesmo após a liberação do médico. Me isolei em casa durante seis meses e saía raramente, apenas para almoçar na casa de um parente ou levá-la ao médico. Minha filha estava sempre com a imunidade muito baixa e eu não entendia o porquê. Para piorar, comecei a me sentir entediada e solitária e quase entrei em depressão. No meu segundo filho, percebi que era loucura me trancar em casa e, dois meses após o parto, eu já o levava para passeios curtos. Ele se desenvolveu com muito mais saúde e quase não adoecia, pois teve a oportunidade de desenvolver anticorpos”, conta a mamãe Mariane Osório, 39 anos.
5

Querer impor disciplina em excesso nos horários do bebê
“Não há como impor horários para o recém-nascido ou nos primeiros meses de vida. O bebê segue seu próprio ritmo: mama conforme necessita, acorda e dorme quando precisa e não tem, sequer do ponto de vista hormonal e de desenvolvimento neuropsicomotor, a capacidade de aprender e seguir horários. Por outro lado, isso não significa que deve ser atendido no primeiro choro, pois ele também precisa criar a capacidade de se reorganizar e retomar o sono sozinho. Claro que vale o bom senso. Se ele está chorando bastante, é porque precisa de algo e deve ser atendido”, observa Marcelo.
6

Alimentar-se mal durante a amamentação
“Para produzir uma quantidade de leite suficiente para o bebê, a mãe deve comer um pouco a mais (cerca de 300 calorias) do que o habitual e ingerir água suficiente para saciar sua sede. É fundamental que tome líquidos, alimente-se de forma saudável e descanse sempre que possível”, aconselha Cláudia Hallal, pediatra nutróloga, membro da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul.
7

Pensar que o leite materno não é rico o suficiente
“Até os seis meses o leite materno deve ser oferecido todas as vezes que a criança quiser, quando tiver fome ou sede. Não existe ‘leite fraco’; todo leite materno é forte e bom. Logo após o nascimento, a produção do leite pode parecer pequena, mas é suficiente para as necessidades do bebê. À medida que a criança começa a mamar mais, a produção do leite também aumenta proporcionalmente, satisfazendo-o”, explica Cláudia.
8

Não coordenar os horários de sono com os do bebê
“Quando meu filho nasceu, me atrapalhei muito com a organização dos horários de sono. Enquanto ele dormia, eu limpava a casa, trabalhava ou assistia TV. O problema é que logo após as primeiras semanas eu já estava exausta. Resolvi ouvir os conselhos da minha mãe e dormir quando ele dormia. Foi a única forma de me adaptar ao ritmo dele e conseguir descansar”, revela Luana Costa, 35 anos.
9

Achar que todo choro é fome
“O bebê chora como uma forma de se comunicar, o que não necessariamente se relaciona à fome. Bebê sente calor; às vezes, sede ou desconforto por estar com as fraldas sujas. O choro por cólica é um tipo mais característico, intenso, repetitivo, com duração mais longa, difícil de consolar e, em geral, em horários específicos. Outra situação é simplesmente querer atenção, carinho ou colo. O importante é a família manter a calma e tentar com tranquilidade identificar o motivo do choro, sem se apavorar. Com o passar do tempo e sem atropelos, os pais saberão entender e tranquilizar seu filho”, garante Marcelo.
10

Desistir rápido da papinha ou outro alimento
“Com seis meses começamos a oferecer papinhas, mas minha filha rejeitava todas as opções. No começo bateu um desespero e eu quis desistir, mantendo só a amamentação por mais algumas semanas. Após conversar com o médico e ele me conscientizar da importância de introduzir a alimentação sólida, resolvi insistir e ela se adaptou. Foi quando entendi que precisava me esforçar para estimular o desenvolvimento dela”, conta Midiã Rocha, 29 anos.
11

Fazer comparações com outros bebês da família
“Esse é um erro comum, pois as mães de primeira viagem, por não terem tanta experiência com os cuidados com bebê, acabam comparando-o com outros. Isso pode até gerar angústia na mãe e desgaste na relação com os membros da família. O que as mães precisam saber é que cada bebê tem um desenvolvimento e personalidade que lhe é peculiar”, afirma Cynthia Boscovich, psicóloga e psicanalista.
12

Não ouvir os conselhos de outras mães
“Desde a descoberta da gravidez, passei a pesquisar muito e a ler tudo sobre gestação e os primeiros anos do bebê. Mas, na prática, muita coisa não se aprende nos livros e eu me sentia perdida. No começo, eu rejeitava os conselhos da minha mãe e das outras mulheres da família, mas percebi que a experiência delas era valiosa, pois no dia a dia, me ajudou a solucionar as dúvidas e cuidar melhor do meu bebê”, reconhece Elaine Bortello, 38 anos.
13

Manter o bebê todo agasalhado mesmo no calor
“Devemos lembrar que, embora sinta um pouco mais de frio que uma criança maior, o bebê sente calor e não pode ser vestido com exagero. As mãos mais frias são uma característica própria do bebê novinho e não significam que esteja com frio. Podemos verificar no peito do bebê se ele está quentinho ou não. A mãe deve observar se ele está suado, que é um sinal evidente que está vestido em excesso. A criança deve poder se mexer. Um bebê vestido ou coberto em excesso pode ficar muito irritado ou até ter complicações mais graves, como febre e desidratação”, explica Marcelo.
14

Enfeitar demais o berço e esquecer da segurança
“Como toda mãe de primeira viagem, quis montar um quarto dos sonhos para o meu filho. Gastei uma fortuna em enfeites, nichos e grandes bichos de pelúcia. Quando o Enzo tinha quatro meses, um dos nichos que enfeitava a parede do berço se desprendeu e caiu bem em cima dele. Seu pé foi atingido e o pobrezinho ficou com a perna imobilizada por algumas semanas. Depois disso, voltei para casa e arranquei tudo do quarto, deixando somente aquilo que não poderia, de nenhuma maneira, machucar meu filho”, relata Maria Tereza Holanda, 32 anos.
15

Gastar com supérfluos e não priorizar o que é útil
“Quando se é mãe de primeira viagem, tudo enche os nossos olhos e dá aquela vontade de comprar sempre o produto mais caro e mais cheio de detalhes. Na minha primeira gestação, gastei muito com supérfluos e, logo nas primeiras semanas após o parto, percebi que muita coisa que comprei não tinha utilidade. Outros itens, que desprezei durante a preparação do enxoval, fizeram falta e tiveram que ser comprados às pressas. Na segunda gravidez, priorizei apenas os itens de necessidade básica e gastei um terço comparado à primeira gestação”, compartilha Ana Paula Garcia, 43 anos.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Mamãe de Gêmeas

#chamadinha


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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Sete conselhos valiosos para mães de primeira viagem

É normal o bebê chorar muito e sofrer descamação de pele nos primeiros meses


Ser mãe pela primeira vez é uma grande experiência, mas, para muitas mulheres, uma experiência excessivamente desgastante. Algumas não conseguem desgrudar da porta do quarto de seus bebês. Outras ficam angustiadas quando não conseguem conter o choro do filho. Um terceiro grupo ainda se descabela na dúvida sobre se ele está mamando bem ou não.

Para essas mães, este é um dos momentos em que a sogra é uma figura mais do que bem-vinda na casa. É curioso como ela faz a tarefa de cuidar de um recém nascido parecer o trabalho mais fácil do mundo. Por isso, em homenagem a elas, reunimos os conselhos mais valiosos dados por elas às mães de primeira viagem. Entenda melhor as mudanças e características desse comecinho da vida do bebê para aproveitar mais esse momento com preocupações de menos.

01-

É normal chorar

"Bebês podem chorar uma média de até três horas por dia", afirma a pediatra Leda Amar de Aquino, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Para descobrir os possíveis motivos, a estratégia é a da exclusão. Por isso, se você já verificou a fralda, já tentou dar de mamar, checou se a roupa ou posição não estão incomodando e, mesmo assim, o bebê continua chorando, espere passar. A especialista também recomenda conversar com o bebê para a mãe se acalmar e também tranquilizar a criança. "Choros contínuos são mais comuns nos três primeiros meses. Nesse período as cólicas incomodam, mas a causa do choro pode ser uma simples inquietação", diz.

02-

A pele muda mesmo

Principalmente no primeiro mês de vida é comum o aparecimento de placas avermelhadas na pele, principalmente no rosto. ?Não há uma causa definida para o problema, mas, da mesma maneira que ele aparece, uma hora vai embora?, aponta a pediatra Vera Fieldman Ramalho Valverde, Hospital e Maternidade Santa Joana. Outro problema comum é o ressecamento da pele. "O bebê passou meses envolto no líquido amniótico. Por isso, descamações também são comuns nas primeiras semanas de vida", explica.

Para não piorar essas e outras mudanças naturais da pele do bebê, alguns cuidados são essenciais. Um deles é vestir o bebê apenas com roupas de algodão. Não se esqueça ainda de lavar as roupas com sabão neutro e sem uso de amaciantes. Por fim, higienize o rosto do bebê com um algodão úmido após a amamentação para garantir que a pele não fique engordurada pelo leite que escorreu.
03-

Sim, ele está mamando o suficiente

Seu bebê está ganhando peso? Se sim, então está mamando o suficiente. "O ganho de peso é o melhor parâmetro para saber se a criança está se alimentando bem", diz a pediatra Vera. Há duas maneiras de realizar a amamentação. Uma delas é esperando o bebê esvaziar o leite de um só peito e, na próxima mamada, o leite do outro. Outra é revezando entre os dois seios. Para descobrir o melhor método para você, converse com o seu pediatra.

Outro assunto que precisa ser esclarecido de uma vez por todas é: não existe leite materno fraco. Ele é o alimento mais completo para o bebê. O único problema que pode acontecer é a baixa produção de leite pela mãe. Neste caso, a alimentação deve ser complementada.
04-

Sim, ele está mamando o suficiente

Seu bebê está ganhando peso? Se sim, então está mamando o suficiente. "O ganho de peso é o melhor parâmetro para saber se a criança está se alimentando bem", diz a pediatra Vera. Há duas maneiras de realizar a amamentação. Uma delas é esperando o bebê esvaziar o leite de um só peito e, na próxima mamada, o leite do outro. Outra é revezando entre os dois seios. Para descobrir o melhor método para você, converse com o seu pediatra.

Outro assunto que precisa ser esclarecido de uma vez por todas é: não existe leite materno fraco. Ele é o alimento mais completo para o bebê. O único problema que pode acontecer é a baixa produção de leite pela mãe. Neste caso, a alimentação deve ser complementada.
05-

Ele não vai passar frio

"Mães de primeira viagem certamente terão muitas dúvidas, mas, acima de tudo, elas devem usar o bom senso", afirma Leda. Assim, se estiver muito frio, a criança deve ser bem agasalhada. Se estiver calor, o ideal são roupas leves e fresquinhas. "Deixá-lo todo empacotado independente da temperatura, imaginando que eles sentem muito mais frio que os adultos só prejudica o bebê", reforça.
06-

O intestino dele não é um reloginho

Em geral, os bebês evacuam enquanto mamam graças ao reflexo gastrocólico, que avisa o intestino que é hora de funcionar. Entretanto, perto de completar o primeiro mês de vida isso muda. "Eles podem passar dois ou três dias sem evacuar porque seu corpo ainda está sofrendo adaptações", explica a pediatra Vera. Segundo ela, conforme o tempo passa, o organismo começa a juntar um bolo fecal maior antes de despertar a vontade de evacuar.
07-

A respiração está normal

A respiração irregular dos bebês é uma das características que mais assusta mães de primeira viagem. "Eles mudam de um ritmo ofegante para um ritmo bastante devagar ao longo do dia, mas isso é completamente normal", informa a pediatra Vera. Se perceber que a respiração está muito acelerada, tente acalmá-lo e deixá-lo mais à vontade. Nos primeiros meses de vida a criança está aprendendo tudo, até a controlar a respiração, então não há razão para se preocupar com isso.

Guia do BEBE POR LAURA TAVARES
http://www.minhavida.com.br/familia/galerias/15081-sete-conselhos-valiosos-para-maes-de-primeira-viagem

sábado, 2 de julho de 2016

Como descobrimos a gravidez



Eu e o Alex (meu noivo) namorávamos um ano e meio ate que veio a surpresa A GRAVIDEZ , claro que não se é inesperado quando se tem relação sem reservativo hahaha, O teste de gravidez foi feito e sim um nenem na minha barriga, só não sabíamos que seria dois (pq os testes não conta, quantos nenen tem la dentro).

O Alex desda descoberta brincava ( e me incomodava) falando que seria dois babys, eu não crente pois não temos nenhum histórico na minha família.
Iniciando enfim o pre natal foi marcado o primeiro ultrassom. Na sala de espera o Alex folhando uma revista (aquelas super legais que tem nas salas de espera (sqn)) e derrepente um quarto de gêmeo e la vem ele de novo com a brincadeira de que seria gêmeos. Ao entrar no consultório o medico iniciou o ultrassom e então a surpresa, eu já comecei a rir (e muuuuito o medico pediu para sossegar) e sim DUAS placentas se via,, eu já estava de 15 semanas ( 3 meses)  e ele de primeira disse que um era menino e o segundo era pra ser uma menina, como era muito cedo não dava para confirmar.

 A gente crente que seria um casal, comprando coisinhas  para menino e menina tudo lindo. Apos mais 3 meses vem o segundo ultrassom, que o
mesmo fiz com o meu obstetra (Ótimo por sinal Dr Jose Jurado) onde veio outra grande surpresa, não era um casal e sim Duas Meninas  duas ppks, aii sim foi um susto pois ja tínhamos comprado coisas azul e escolhido um nome de menino pq ja tinha se passado 6 meses de gravidez. Ficamos mais felizes ainda nosso mundo tinha se tornado mais rosa.

A gravidez foi ótima nenhum problema serio ( só mesmo os enjoos, tonturas e muita inchaqueca)  e a principio seria parto normal,  as bebys ja estavam encaixadas (segundo o quarto e ultimo ultrassom).



O restante você acompanha no Relato do Parto